sábado, 27 de agosto de 2011

Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor.

GRAÇA E PAZ , estejamos convictos do poder da Palavra.
Ela é sinal de Voz do Senhor.
Em meio a tanta gente que acha bacana ser errado, acha legal encontrar-se com o passado a cada instante revelo que Deus nos criou para um plano de renovação constante (Ef. 4, 23 - Renevai sem cessar o vosso jeito de ser. Revestí-vos do NOVO HOMEM) e não para sermos manutenidos na mesma enganação de sempre.
Há um tempo atrás, em uma de minhas postagens, me recordava do quaão desaboroso foi, na minha infância, descobrir que o mestre dos magos era o vilão da trama. 
Daí me dei conta que, mesmo que ele não fizesse um mal direto aos Cavaleiros, impedia-os de voltar a FELICIDADE. Então, tenho certeza, que isso ainda se repete em nosso meio.
Não quero dar uma de hipócrita, mas como é que um servo pode duvidar da PALAVRA de DEUS?
Foi Deus quem instruiu seu povo durante séculos para que pudessem retroceder dos maus caminhos, a fim de que pudessem alcançar a plenitude do Espírito. Durante muito tempo, o Espírito foi quem ensinou profetas (Rei Salomão) fazendo que eles nos trouxessem as bases da Palavra e, com o passar do tempo, edição de uma estrutura codificada de situações em que o povo foi amado pelo Seu Senhor.
Hoje, não vi ainda uma manifestação divina diversa da que se encontra na Palavra.
Tenho certeza que Ela alimenta, instrúi e edifica o coração do homem, lhe dando a sapiência e a compreesão do que é verdade.
Suplico que não vos torneis endurecidos à Palavra de Deus, haja vista que ela é "(...)lâmpada para os nossos pés."
No mais, vos exorto pela Palavra (JER. 17; 5-11):

Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor! 
Assemelha-se ao cardo da charneca e nem percebe a chegada do bom tempo, habitando o solo calcinado do deserto, terra salobra em que ninguém reside.
Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor.
Assemelha-se à árvore plantada perto da água, que estende as raízes para o arroio; se vier o calor, ela não temerá, e sua folhagem continuará verdejante; não a inquieta a seca de um ano, pois ela continua a produzir frutos.
Nada mais ardiloso e irremediavelmente mau que o coração. Quem o poderá compreender?
Eu, porém, que sou o Senhor, sondo os corações e escruto os rins, a fim de recompensar a cada um segundo o seu comportamento e os frutos de suas ações.
Qual perdiz a chocar ovos que não pôs, tal é aquele que pela fraude se enriqueceu; em meio à vida, precisa deixá-los; demonstra, pelo seu fim, ser insensato. 




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